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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

1.179 VAGAS DE EMPREGO PARA O ESTADO DO RIO


A Secretaria de Estado de Trabalho e Renda oferece 1.179 vagas nesta semana, todas as oportunidades são de empregos com carteira assinada, em várias regiões do estado. 

Na Região Metropolitana são 632 vagas. 

Já no interior do Estado estão disponíveis 212 vagas, sendo 107 na Região Médio Paraíba, 99 na Serrana, 5 nas Baixadas Litorâneas e 1 na região Centro Sul-Fluminense. Para pessoas com deficiência, há 335 oportunidades no SINE NEAD (Núcleo Estadual de Atendimento ao Deficiente), para funções variadas e com atuação em diversas regiões do Estado. O espaço, localizado na Rua do Lavradio, 42 - Centro do Rio, atende prioritariamente a deficientes, de segunda à sexta-feira, das 8h30 às 16h30. 

Independente da região de cadastro, as vagas estão disponíveis em todos os postos SINE e passam por uma verificação de compatibilidade, onde é feita uma análise comparativa dos critérios de cada vaga com as características dos candidatos, fazendo uma busca candidato X vaga. 

Para se candidatar, o interessado deve se dirigir a unidade SINE mais próxima e realizar o cadastramento no sistema para verificação de oportunidades. Caso o perfil do candidato esteja compatível com o perfil das vagas oferecidas, é feito o posterior encaminhamento para entrevista de emprego. 

O candidato à vaga de emprego com carteira assinada também poderá se cadastrar e se candidatar por meio do aplicativo Sine Fácil, através do QRCode obtido nos postos SINE ou pelo site Emprega Brasil, através do link https://empregabrasil.mte.gov.br/ 

Encontre o posto SINE-SETRAB mais próximo AQUI.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

TRABALHADOR JÁ PODE SOLICITAR SEGURO-DESEMPREGO PELA INTERNET


Desde ontem (19/12), o trabalhador brasileiro pode solicitar o seguro-desemprego totalmente pela internet. A iniciativa é do Ministério do Trabalho, com desenvolvimento da ferramenta pela Dataprev, e está disponível no Portal Emprega Brasil. A nova funcionalidade foi apresentada ontem no auditório do Ministério do Trabalho, em Brasília, e contou com a presença do ministro Caio Vieira de Mello e do presidente da Dataprev, André Leandro Magalhães, entre outras autoridades. O objetivo é garantir mais eficiência na prestação de serviços públicos, reduzir custos e oferecer mais comodidade.

Além de agilizar o atendimento, o seguro-desemprego 100% web permitirá que um maior número de trabalhadores seja atendido por dia. Atualmente, são 600 mil requerimentos por mês, em média. Outra vantagem é que o prazo para recebimento do benefício, que é de 30 dias, começará a contar a partir da solicitação feita pela internet.

Desde novembro de 2017, a solicitação do seguro-desemprego já podia ser feita pela web, mas o trabalhador ainda era obrigado a ir a um posto de atendimento para fazer a validação dos dados. Agora, se as informações estiverem corretas e não houver nenhuma pendência, ele consegue efetuar todo o processo de casa, de forma segura e ágil.

Para fazer a solicitação pela internet é preciso seguir o passo-a-passo informado no portal. Em seguida, o requerimento passa por um processo de análise de riscos, com mecanismos de inteligência avaliando se o requerimento pode ser concedido ou se é preciso ir ao posto para complementar alguma informação.

Requerimento pela web – Para solicitar o benefício, o trabalhador deve entrar no Portal Emprega Brasil e digitar sua senha de acesso. Quem não tiver a senha, deve informar seus dados pessoais, que serão checados nas bases de dados do Governo Federal, e responder um questionário com perguntas sobre a sua vida laboral e previdenciária.

Com o acesso ao Portal é preciso clicar em “Solicitar Seguro-Desemprego” e informar o número do requerimento que está no comunicado de dispensa. O usuário, então, será direcionado a seguir o passo-a-passo com oito etapas: confirmação de dados do requerimento; atualização das informações do requerente; formação acadêmica (cursos acadêmicos e de qualificação profissional); indicação de experiências profissionais mais relevantes; objetivos profissionais; pesquisa de vagas com seu perfil, se houver; cursos de qualificação; e por fim, confirmar a solicitação do benefício.

Para acessar o Portal Emprega Brasil, digite https://empregabrasil.mte.gov.br

Fonte: Ministério do Trabalho

domingo, 22 de julho de 2018

QUASE METADE DA JUVENTUDE NEGRA DE NITERÓI E SÃO GONÇALO ESTÁ DESEMPREGADA

Falta de oportunidade. O instrutor de elétrica e circense Edvan Miranda Santana e a estudante Gabriele Silva de Andrade - Foto: Fábio Guimarães / Agência O Globo


O Globo:

Um terço dos jovens de Niterói (32,7%) e São Gonçalo (34,7%) está desempregado e quase metade (46%) dos jovens autodeclarados pretos busca colocação profissional. Além disso, os negros (pretos e pardos) começam a trabalhar mais cedo e têm menor escolaridade. As conclusões são da pesquisa desenvolvida pela organização não governamental Bem TV, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (URFJ) para entender a incidência do racismo sobre a empregabilidade da juventude nos dois municípios.

O estudo também constatou que os homens apresentam maior taxa de ocupação no mercado do que as mulheres (35,6% contra 31%, em Niterói; e 34,8% contra 30,6%, em São Gonçalo), representando a maior parte dos jovens empregados no setor público e na iniciativa privada. Outro resultado foi a aferição de que o racismo é maior em Niterói, enquanto a discriminação de gênero ocorre mais na cidade vizinha. Foram entrevistados mil jovens em cada município, com idades entre 15 e 29 anos, entre maio de 2017 e maio deste ano. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com taxa de confiança de 95%.

O questionário aplicado foi dividido em três partes para entender o perfil dos entrevistados e os desafios que têm de enfrentar na busca por uma vaga de trabalho: dados socioeconômicos, de inserção do jovem no mercado e da percepção do jovem sobre o racismo. Uma forma de aferição que revelou peculiaridades sobre como a sociedade enxerga a segregação racial.

Rubens Teixeira de Oliveira tem 23 anos e é estudante de Estatística. Ele ajudou na articulação da pesquisa e diz não ter se surpreendido com os dados.

— Outros estudos no Brasil e no mundo abordam a questão do racismo e da condição dos negros, por isso não me surpreendi com a disparidade. O Brasil é um dos países mais racistas do mundo e um lugar em que sempre houve a negação da problemática — avalia ele, que já trabalhou em telemarketing e como técnico químico. — A maioria das pessoas se preocupa em não parecer racista, mas esteriotipa o negro. A verdade é que boa parte das pessoas que entrevistam candidatos para vagas de emprego nunca parou para pensar no racismo de verdade.

RACISMO INSTITUCIONAL

Oliveira ainda chama a atenção para a dificuldade dos indivíduos de reconhecerem a discriminação dentro do racismo institucional. O conceito foi definido no Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI), implementado no Brasil em 2005, como o conjunto de “normas, práticas e comportamentos discriminatórios adotados no cotidiano do trabalho, os quais são resultantes do preconceito racial, uma atitude que combina estereótipos racistas, falta de atenção e ignorância. Em qualquer caso, o racismo institucional sempre coloca pessoas de grupos raciais ou étnicos discriminados em situação de desvantagem no acesso a benefícios gerados pelo Estado e por demais instituições e organizações”.

— A maioria das pessoas ouvidas respondeu que acredita que exista o racismo, mas não se reconhece no papel de agressor ou de vítima dele. É uma questão que está atrelada ao mito da democracia racial. Naturaliza-se que nas favelas a maioria das pessoas seja negra e nos bairros nobres da cidade, brancas — argumenta Oliveira.

Márcia Correa e Castro, coordenadora da pesquisa, conta que a ideia de concorrer ao edital aberto pela União Europeia, que financiou o estudo, com a proposta de produzir dados que comprovassem a disparidade de oportunidades, veio depois da percepção do quão real é a discriminação.

— A Bem TV faz o encaminhamento de jovens para o mercado e tem um cadastro com mais de 1.600 pessoas. Em 2016, encaminhamos 941 candidatos e 142 acabaram empregados. Destes 142, 56% eram negros e 44%, brancos. Num primeiro momento você pode até olhar os números e dizer “empregamos mais negros”, mas o contexto não permite a comemoração. Isso porque dos 941 encaminhados, 713 eram negros. Percebemos que a empregabilidade dos brancos era muito maior — diz Márcia.

Ficou marcada na memória da pesquisadora um caso em que um candidato branco e outro negro foram concorrer a uma vaga. Embora o negro fosse muito mais bem preparado, quem acabou empregado foi o seu concorrente.

— Quando os encaminhamos, tínhamos noção de que um era muito melhor do que o outro. O candidato negro tinha experiência, sabia editar em vários softwares de vídeo, era articulado. O outro não tinha o mesmo nível de conhecimento e vivência. A única conclusão possível é que houve racismo — avalia a pesquisadora.

A preferência por candidatos brancos nunca é declarada abertamente pelos recrutadores, segundo Márcia, ficando sempre nas entrelinhas.

Para Gabriele Silva de Andrade, de 16 anos, a discriminação no mercado de trabalho foi menos sutil. Postulante a uma vaga de jovem aprendiz em um banco, ao entregar seu currículo à recrutadora já teve sua candidatura refutada de cara:

— Foi uma das piores experiências que eu tive na vida. A moça me olhou e disse, sem sequer olhar o meu currículo, que eu não tinha o perfil para atender o público. Falei que já tinha experiência como atendente, e ela respondeu que até poderia receber o meu currículo, mas que eu não seria chamada para a entrevista. Eu nem soube o que falar.

Edvan Miranda Santana, de 27 anos, é circense e eletrotécnico e percebe uma expulsão silenciosa dos negros de Niterói.

— Niterói é uma cidade embranquecida e que expulsa os negros pelo alto custo de vida. Já trabalhei em estaleiro, e é nítida a diferença de cargos entre brancos e negros. O negro é soldador, ocupa um cargo técnico, mas nunca é o gerente, mesmo quando tem a mesma formação do que um branco. Existe a ilusão de que o mercado funciona a partir do seu “gabarito”, mas ele funciona à base do networking. Quando que o negro tem a oportunidade de transitar nos mesmos lugares e com as mesmas pessoas que os brancos? — pergunta.

Para ele, o empresariado não se preocupa em promover a equidade de oportunidades.

— Quando botam o negro na publicidade é para se aproximar do público, mas fica só nisso.

Desempregado há dois anos, Wellington Barreto Bazílio, de 24, atualmente estuda para ingressar no curso de Design da UFF. Depois que foi dispensado de uma obra em que fazia instalação de esquadrias, passou a ter uma árdua rotina.

— Entreguei muito currículo, mas nada surgiu. Cansa sair cedo de casa, andar o dia todo no sol, bem vestido, e voltar sem resultados. As opções de trabalho para pessoas negras no mercado são limitadas — afirma.

A estudante alagoana Thays Ribeiro, de 25 anos, conta que uma recrutadora perguntou o motivo de ela não prender o cabelo, deixando-a sem reação.

— Já fui auxiliar de farmácia, vendedora, caixa, frentista e garçonete. Aqui no Rio já deixei vários currículos, mas não consigo emprego. A experiência em carteira não conta. Teve uma rua de Icaraí em que eu e um amigo fomos entregar currículo e não tivemos coragem de entrar porque todos os funcionários eram brancos. Nessa rua inteira, só tinha uma loja com funcionários pretos — relata.

Associação de Recursos Humanos diz que racismo ‘nunca é declarado’

Para o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Estado do Rio (ABRH-RJ), Paulo Sardinha, garantir a igualdade de oportunidades é um dos grandes desafios do setor. Por isso, grandes indústrias e empresas adotam práticas avançadas de recursos humanos no recrutamento e seleção de pessoas de forma a promover a diversidade.

— As multinacionais costumam ter práticas avançadas para garantir a inclusão das minorias. Mas São Gonçalo e Niterói não têm grandes indústrias, não têm empresas tão bem estruturadas. Nessas áreas, os setores que empregam são o comércio e o de serviços, para o atendimento ao público. O baixo número de pessoas negras contratadas revela o racismo velado nas vagas para lidar com o público. Isso é um fato — argumenta.

Para garantir o ingresso de pessoas negras e também de mulheres e deficientes no mercado é fundamental que as empresas tenham a política clara de não discriminação.

— É importante que existam normas ou códigos escritos e trabalhados dentro das empresas que vetem o preconceito. Além disso, pode-se incentivar a preferência na contratação de empregados que pertençam a reconhecidas minorias, independentemente de cotas impostas por legislação — diz Sardinha, que reitera. — O racismo nunca é declarado.

Para pensar o tema, a ABRH-RJ promove nos dias 3 e 4 de outubro o Fórum da Diversidade, na sede da Firjan, no Centro do Rio, para discutir com profissionais o combate ao racismo e outras formas de discriminação:

— O índice de escolaridade é, infelizmente, uma barreira anterior ao recrutamento, e o da população negra é inferior ao da branca. Mas quando se tem oferta maior de negros, nada justifica que a empregabilidade de brancos seja muito mais elevada que o de negros. É uma relação direta quantitativa.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

DESEMPREGO DE JOVENS EM SÃO GONÇALO SUPERA O DO HAITI

O Haiti é aqui / André Mello

Pesquisa divulgada ontem (08/07) pela coluna do Ancelmo Goes (O Globo) retratou dados lamentáveis sobre a realidade do mercado de trabalho dos jovens gonçalenses. Confira abaixo:

São Gonçalo tem taxa de desemprego maior do que a do Haiti

- 34,7% dos jovens de São Gonçalo, maior cidade-dormitório da Região Metropolitana do Rio, estão desempregados. A taxa nacional de desemprego entre jovens na Síria, em guerra civil, é de 30,6% e no miserável Haiti, de 34%.

- No mercado de trabalho, só 49,7% têm carteira assinada e 29,8% são “autônomos informais”, ou seja: camelôs e biscateiros.

- São Gonçalo é uma cidade majoritariamente negra (57,2% dos jovens se autodeclaram negros).

- A pesquisa, que ouviu 1.000 jovens com idades entre 15 e 29 anos, foi feita pela Bem TV Educação e Comunicação/UFRJ, com financiamento da União Europeia.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

937 OPORTUNIDADES DE EMPREGO EM TODO O ESTADO


O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab) e do Sistema Nacional de Empregos (Sine-RJ), informa a existência de 937 vagas de trabalho com carteira assinada em várias regiões do estado. Com exigência de formação entre o ensino fundamental incompleto e o superior completo e com Salários que podem chegar até R$ 5 mil. São para ambos os sexos. São 464 colocações para deficientes.

A Capital tem 329 vagas, sendo 150 para Motorista de Ônibus Urbano, cem (100) para Operador de Telemarketing Receptivo, 30 para Promotor de Vendas e 25 para Maitre, entre outras. Na Região Metropolitana são 27 possibilidades de emprego, sendo 10 para Costureira em Geral. Na Região Serrana são 55 vagas, sendo 20 para Costureira em Geral.

No Sul Fluminense são 15 vagas. Na Baixada Litorânea são 47 vagas, sendo 20 para Assistente de Serviço de Contabilidade e dez (10) para Analista de Economia Internacional, entre outras. Entre as oportunidades para deficientes estão 162 para Atendente de Lanchonete, 105 para Empacotador, 80 para Repositor, 25 para Operador de Vendas, 16 para Auxiliar de Limpeza, e 13 para Operador de Caixa e 13 para Ajudante de Cozinha, entre outras.

É importante salientar que as unidades do Sistema Nacional de Empregos (Sine-RJ) não recebem currículos e que a inscrição para se candidatar às vagas coletadas pela secretaria têm que ser cadastradas nos postos Sine/Setrab ou no site maisemprego.mte.gov.br. A secretaria também mantém em seu site o PDF com a distribuição de chances existentes por região e função.

Ao se dirigir a uma unidade Sine/Setrab para se candidatar a uma vaga, o trabalhador deve verificar se o perfil que tem cadastrado no sistema é compatível com a oportunidade existente. Caso tenha interesse em ocupar alguma outra função que não esteja registrada em sua ficha, peça ao atendente a orientação de como poderá concorrer a outras chances que se encontrem à disposição.

A Setrab esclarece que o banco de dados de emprego pode sofrer alterações momentâneas como inclusão/fechamento de vagas ou ampliação/redução de ofertas. O Painel de Vagas é publicado às quintas-feiras. 

domingo, 11 de março de 2018

BARCAS VÃO PERPETUAR O ATRASO EM SÃO GONÇALO

Embarcação que faz atualmente a travessia Rio-Niterói e  camelôs que, por falta de oportunidades de emprego em SG, vendem verduras embaixo do viaduto do Alcântara - Fotomontagem Território Gonçalense 

Na semana passada, o post "Estação das barcas em São Gonçalo é totalmente desnecessária" rendeu um ruidoso debate nas redes sociais, principalmente na página do Território Gonçalense, no Facebook. 

Muitas pessoas estão achando um absurdo eu ter uma opinião tão radical contra a "futura" linha hidroviária Praça XV - São Gonçalo, que teria a estação aquaviária instalada no bairro do Gradim.

Para a maioria, eu estou contra o progresso de São Gonçalo. Alguns chegaram a dizer que que eu estou a favor dos comerciantes do Centro de Niterói e à serviço das empresas de ônibus.

Compreendo o desapontamento de alguns para com a minha opinião. Afinal, o Blog Território Gonçalense vem há anos fazendo uma defesa ardorosa de São Gonçalo.

Informo aos nobres leitores que a visão do blog não mudou. Continuamos mais do que nunca a favor do progresso da nossa querida cidade. 

Ser contra as barcas de São Gonçalo não é ser contra o progresso da cidade, pelo contrário, é ser contra o atraso no município gonçalense!

Penso que eu fui bem claro quando disse o porquê de ser contra as barcas em São Gonçalo, mas não custa enumerar novamente os motivos, não é mesmo? Vamos lá...

Primeiro: já existe um estudo que aponta a inviabilidade técnica da implantação de uma estação de barcas em São Gonçalo. Portanto, a discussão sobre a tal obra não passa de um factóide eleitoral. Tanto é que o assunto só vem à tona em época de eleição.

Segundo: péssima localização. O bairro do Gradim está distante da região central e de diversos outros bairros importantes do município.

Terceiro: vai piorar a mobilidade urbana na cidade, pois terão de ser criadas várias linhas de ônibus para transportar os passageiros dos longínquos bairros gonçalenses até à nova estação. O trânsito nas ruas gonçalenses tende a ficar mais caótico do que já é.

Quarto: será uma obra muito dispendiosa, pois terão que desapropriar muitos imóveis (caríssimos) para alargar as ruas para comportar a quantidade de ônibus que se dirigirão à nova estação.

Quinto: moradores de outras localidades do município, devido ao fácil acesso à Praça Arariboia, com certeza, vão continuar preferindo a estação das barcas de Niterói para atravessar a Baía de Guanabara.

Pois bem. Além dessas observações acima, o que mais pesa em minha opinião contrária à implantação das barcas em São Gonçalo é o fato de que esse meio de transporte aquaviário não vai trazer o progresso esperado para a nossa cidade, mas, sim, perpetuar o atraso no município.

De acordo com o IBGE (Censo 2010), cerca de 120 mil pessoas circulam diariamente entre São Gonçalo e Niterói para trabalhar ou estudar.  É o segundo maior fluxo de deslocamento entre cidades vizinhas no país. O primeiro maior fluxo ocorre entre Guarulhos e São Paulo: 146 mil pessoas.

Ai eu te pergunto: o que é mais importante e urgente, a Linha 3 do Metrô ou as barcas para o Rio?

Não resta a menor dúvida que é a Linha 3 do Metrô, não é mesmo? As barcas só vão perpetuar cada vez mais o atraso em São Gonçalo, isto é, a condição de cidade-dormitório.

A luta deve ser em prol da implantação do metrô - para melhorar a mobilidade urbana entre as duas cidades vizinhas -  e pela criação de mais empregos em São Gonçalo, ou seja, atrair a instalação de fábricas e empresas no município para evitar o deslocamento de gonçalenses para Niterói e Rio, em busca de trabalho.

Definitivamente, São Gonçalo precisa é de um progresso com P maiúsculo e não de uma estação de barcas para o Rio - projeto completamente desnecessário para o desenvolvimento da cidade.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

840 VAGAS DE EMPREGO EM TODO O ESTADO


O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab) informam a existência de 840 oportunidades com carteira assinada em todo o estado. Entre elas estão 31 vagas para deficientes. Com Salários que podem chegar até R$ 5 mil, as chances são para ambos os sexos e com exigência de formação entre o ensino fundamental incompleto e o superior completo.

 A Capital tem um total de 889 chances de emprego com carteira assinada, sendo 350 para Repositor de Mercadoria, 100 para Auxiliar nos serviços de Alimentação, 90 para Operador de Telemarketing Receptivo, 60 para Motorista de ônibus Urbano, 28 para Motorista de Caminhão, 15 para Atendente de Lojas e Mercados, dez (10) para Copeiro de Hospital, dez (10) para Instalador de Antena de TV, dez (10) para Eletricista de Instalação, entre outras.

A Região Serrana tem 14 chances, sendo quatro (4) para Recepcionista em Geral sete (7), duas (2) para Vendedor de Comércio Varejista, duas (2) para Auxiliar nos serviços de Alimentação, entre outras. Entre as oportunidades para deficientes, existem 16 para Auxiliar de Escritório em Geral, dez (10) para Atendente de Lojas e mercados, entre outras. Na região Metropolitana são 21 vagas, com 12 para Ajudante de Motorista e sete (7) Motorista de Caminhão.

As inscrições para se candidatar às vagas coletadas pela secretaria podem ser feitas nos postos SINE/Setrab ou no site maisemprego.mte.gov.br. A secretaria também mantém em seu site o PDF com a distribuição de chances existentes por região e função.

A Setrab esclarece que o banco de dados de emprego pode sofrer alterações momentâneas como inclusão/fechamento de vagas ou ampliação/redução de ofertas. Para manter o Painel de Vagas o mais atualizado possível, a Secretaria passou a divulgá-lo duas vezes na semana, sendo uma na terça-feira à tarde e outra na sexta-feira.

terça-feira, 6 de junho de 2017

OPORTUNIDADES DE EMPREGO: 812 VAGAS EM TODO O ESTADO


O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab - http://www.rj.gov.br/web/setrab) divulgam 812 vagas de emprego em todo o estado. Entre elas estão 127 chances para deficiente. Com Salários que podem chegar até R$ 5 mil, as oportunidades são para ambos os sexos e com exigência de formação entre o ensino fundamental incompleto e o superior completo.

Na Capital são 538 vagas, com destaque para 191 de Operador de Telemarketing Receptivo, 47 para Despachante de Transporte Coletivo, 35 vagas de Operador de Telemarketing Ativo, 30 para Açougueiro, 20 para Copeiro, 20 para Empregado Doméstico Faxineiro, 20 para Repositor de Mercadorias, 20 para Auxiliar Administrativo, dez (10) para Operador de Câmaras Frias, entre outras.

Para deficientes existem 20 para Vendedor de Comércio Varejista, 20 para Alimentador de Linha de Produção, onze (11) para Faxineiro, dez (10) para Repositor de Mercadorias, dez (10) para Auxiliar nos Serviços de Alimentação, dez (10) para Almoxarife, dez (10) para Vigia, dez (10) para Copeiro, entre outras. São sete (7) vagas para o Médio Paraíba.

Na região Metropolitana são 63 oportunidades, sendo 40 para Motorista de ônibus Urbano e 20 para Vendedor Pracista. A Região Serrana tem 77 chances, sendo 52 para Costureiro na Confecção em Série, quatro (4) para Armador de estrutura de Concreto, quatro (4) para Carpinteiro, dois (2) para Costureiro a Máquina na Confecção em Série, dois (2) para Funileiro de Veículos, entre outras.

As inscrições para se candidatar às vagas coletadas pela secretaria podem ser feitas nos postos SINE/Setrab (http://www.rj.gov.br/web/setrab/exibeconteudo?article-id=164788) ou no site maisemprego.mte.gov.br. A secretaria também mantém em seu site o PDF com a distribuição de chances existentes por região e função.

A Setrab esclarece que o banco de dados de emprego pode sofrer alterações momentâneas como inclusão/fechamento de vagas ou ampliação/redução de ofertas. Para manter o Painel de Vagas o mais atualizado possível, a Secretaria passou a divulgá-lo duas vezes na semana, sendo uma na terça-feira à tarde e outra na sexta-feira.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

1.307 VAGAS DE EMPREGO EM TODO O ESTADO


O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab - http://www.rj.gov.br/web/setrab) anunciam 1.307 vagas de emprego em todo o estado. Entre elas estão 410 chances para deficiente. Com Salários que podem chegar até R$ 5 mil, as oportunidades são para ambos os sexos e com exigência de formação entre o ensino fundamental incompleto e o superior completo.

Na Capital são 745 vagas, com destaque para 243 vagas de Operador de Telemarketing Ativo, 216 para Operador de Telemarketing Receptivo, 51 para Operador de Caixa, 30 para Auxiliar no Serviço de Alimentação, 20 para Repositor de Mercadorias, 20 para Copeiro, 20 para Empregado Doméstico Faxineiro, 20 para Chefe de Cozinha, 20 para Cozinheiro Industrial, dez (10) para Operador de Câmaras Frias, entre outras.

Para deficientes existem 90 para Vendedor de Comércio Varejista, 80 para Repositor de Mercadorias, 72 para Operador de Caixa, 50 para Atendente de lanchonete, 23 para Embalador a Mão, 20 para Alimentador de Linha de Produção, dez (10) para Faxineiro, dez (10) para Auxiliar nos Serviços de Alimentação, dez (10) para Copeiro, dez (10) para Vigia, entre outras. São dez (10) vagas para o Médio Paraíba.

Na região Metropolitana são 64 oportunidades, sendo 40 para Motorista de ônibus Urbano e 21 para Vendedor Pracista. Na Região Serrana existem 78 chances, sendo 53 para Costureiro na Confecção em Série, seis (6) para Costureiro a Máquina na Confecção em Série, dois (2) para Funileiro de Veículos, dois (2) para Repositor de Mercadoria, dois (2) para Eletricista de Instalação (Veículos), entre outras.

As inscrições para se candidatar às vagas coletadas pela secretaria podem ser feitas nos postos SINE/Setrab ou no site maisemprego.mte.gov.br. A secretaria também mantém em seu site o PDF com a distribuição de chances existentes por região e função.

A Setrab esclarece que o banco de dados de emprego pode sofrer alterações momentâneas como inclusão/fechamento de vagas ou ampliação/redução de ofertas. Para manter o Painel de Vagas o mais atualizado possível, a Secretaria passou a divulgá-lo duas vezes na semana, sendo uma na terça-feira à tarde e outra na sexta-feira.

terça-feira, 30 de maio de 2017

SETRAB ANUNCIA 1.194 VAGAS DE TRABALHO EM TODO O ESTADO


O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab - http://www.rj.gov.br/web/setrab) divulgam a existência de 1.194 vagas de emprego em todo o estado. Entre elas estão 402 chances para deficiente. Com Salários que podem chegar até R$ 5 mil, as oportunidades são para ambos os sexos e com exigência de formação entre o ensino fundamental incompleto e o superior completo.

Para deficientes existem 90 para Vendedor de Comércio Varejista, 80 para Repositor de Mercadorias, 70 para Operador de Caixa, 50 para Atendente de lanchonete, 23 para Embalador a Mão, 17 para Auxiliar de Escritéorio em Geral, 12 para Faxineiro, dez (10) para Auxiliar nos Serviços de Alimentação, dez (10) para Copeiro, entre outras. São cinco (5) vagas para o Médio Paraíba e duas (2) para a região Metropolitana.

Na Capital são 661 vagas, com destaque para 240 vagas para Operador de Telemarketing Receptivo, 166 para Repositor de Supermercado, 50 para Operador de Caixa, 60 para Despachante de Transporte Coletivo, 48 para Operador de Telemarketing Ativo, 15 para Copeiro de Hospital, 15 para Montador de Móveis e Artefatos de Madeira, dez (10) para Auxiliar de Cozinha, entre outras.

Na Região Serrana existem 84, sendo 53 para Costureiro na Confecção em Série, oito (8) para Lavador de Veículos, oito (8) para Pedreiro, dois (2) para Cozinheiro em Geral, dois (2) para Funileiro de Veículos, dois (2) para Borracheiro, entre outras. Na Baixada Litorânea são 40 para Vendedor de Comércio Varejista.

As inscrições para se candidatar às vagas coletadas pela secretaria podem ser feitas nos postos SINE/Setrab (http://www.rj.gov.br/web/setrab/exibeconteudo?article-id=164788) ou no site maisemprego.mte.gov.br. A secretaria também mantém em seu site o PDF com a distribuição de chances existentes por região e função.

A Setrab esclarece que o banco de dados de emprego pode sofrer alterações momentâneas como inclusão/fechamento de vagas ou ampliação/redução de ofertas. Para manter o Painel de Vagas o mais atualizado possível, a Secretaria passou a divulgá-lo duas vezes na semana, sendo uma na terça-feira à tarde e outra na sexta-feira.

terça-feira, 16 de maio de 2017

737 VAGAS DE EMPREGO EM TODO O ESTADO


O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab - http://www.rj.gov.br/web/setrab) anunciam 737 vagas de emprego em todo o estado. São oportunidades para ambos os sexos e com exigência de formação entre o ensino fundamental incompleto e o superior completo. Salários que podem chegar até R$ 5 mil. Entre elas estão oito (8) chances para deficiente.

Para deficientes são três (3) oportunidades para Técnico de Apoio ao Usuário de Informática, três (3) de Faxineiro, uma (1) para Advogado e uma (1) para Analista de Informações.

Na Capital são 604 vagas, com destaque para 123 de Faxineiro, 88 de Auxiliar de Limpeza, 71 de Operador de Telemarketing Ativo, 60 para Despachante de Transporte Coletivo, 40 para Atendente de Padaria, 33 para Operador de Caixa, 20 para Auxiliar de Cozinha, 20 para Empacotador, 17 para Vendedor de Comércio Varejista, 16 para Açougueiro e 11 para Jardineiro, entre outras.

A Região Serrana tem 77 oportunidades, sendo 51 para Costureiro na Confecção em Série; dez (10) para Promotor de Vendas; duas (2) para Vendedor Ambulante; três (3) para Reparador de Rádio; TV e Som; duas (2) para Empregado Doméstico Diarista; uma (1) para Cozinheiro em Geral; e uma (1) para Barbeiro.

No Médio Paraíba são 22 chances, sendo cinco (50 de Faxineiro; quatro (4) para Trabalhador de serviços de Limpeza e Conserva; dois (2) Bombeiro Civil; duas (2) para Copeiro; duas (2) para Axuliar de Manutenção Predial; duas (20 para Auxiliar nos Serviços de Alimentação; duas (2) para Serralheiro; e uma para Pedreiro, entre outras.

Para a Região Metropolitana estão disponíveis 57 vagas, sendo 30 para Vendedor Pracista, 20 para Motorista de ônibus Urbano, quatro (4) para Vendedor de Comércio Varejista, uma (1) para Cozinheiro Geral e uma (1) para Locutor Publicitário de Rádio e Televisão, entre outras.

As inscrições para se candidatar às vagas coletadas pela secretaria podem ser feitas nos postos SINE/Setrab (http://www.rj.gov.br/web/setrab/exibeconteudo?article-id=164788) ou no site maisemprego.mte.gov.br. A secretaria também mantém em seu site o PDF com a distribuição de chances existentes por região e função.

A Setrab esclarece que o banco de dados de emprego pode sofrer alterações momentâneas como inclusão/fechamento de vagas ou ampliação/redução de ofertas. Para manter o Painel de Vagas o mais atualizado possível, a Secretaria passou a divulgá-lo duas vezes na semana, sendo uma na terça-feira à tarde e outra na sexta-feira.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

SETRAB DIVULGA 731 VAGAS DE EMPREGO NO ESTADO


O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Setrab - http://www.rj.gov.br/web/setrab), divulga a existência de 731 oportunidades de emprego em todo o estado. As vagas são para pessoas de ambos os sexos, com a exigência de formação entre o ensino fundamental incompleto e o superior completo, além de salários de até R$ 5 mil, mais benefícios. São 384 chances para deficientes.

Para deficientes existem 94 vagas de Vendedor de Comércio Varejista, 70 para Repositor de Mercadoria, 20 para Embalador à Mão, 80 para Atendente de Lanchonete, 11 Auxiliar nos Serviços de Alimentação, dez (10) para Copeiro, 14 para Faxineiro, oito (8) para Cobrador Interno, e 70 para Operador de Caixa, entre outras.

Na Capital são 302 vagas, com destaque de 50 para Operador de Telemarketing receptivo, 50 para Operador de Telemarketing Ativo, 40 para Despachante de Transporte Coletivo, 30 para Empregado Doméstico Faxineiro, 28 para Motorista de Caminhão, 22 para Atendente de Lanchonete, 11 para Açougueiro, 15 para Montador de Artefatos e Móveis de Madeira, entre outras.

A Região Serrana tem 23 oportunidades, com cinco (5) para Costureiro na Confecção em Série, seis (6) de Costureiro à Máquina, na Confecção em Série, uma (1) para Cabeleireiro, uma (1) para Barbeiro e uma (1) para Empregado Doméstico Diarista, além de outras.

No Médio Paraíba são 17 chances, sendo três (3) para Passador de Roupa, três (3) para Revisor de Tecidos Acabados, três (3) para Ajudante de Confecção, uma (1) para Servente de Obras, uma (1) para Cabeleireiro e uma (1) para Porteiro de Edifícios, entre outras. São cinco (5) vagas na Baixada Litorânea.

As inscrições para se candidatar às vagas coletadas pela secretaria podem ser feitas nos postos SINE/Setrab (http://www.rj.gov.br/web/setrab/exibeconteudo?article-id=2566341) ou no site maisemprego.mte.gov.br. A secretaria também mantém em seu site o PDF com a distribuição de chances existentes por região e função.

A Setrab esclarece que o banco de dados de emprego pode sofrer alterações momentâneas como inclusão/fechamento de vagas ou ampliação/redução de ofertas. Para manter o Painel de Vagas o mais atualizado possível, a Secretaria passou a divulgá-lo duas vezes na semana, sendo uma na terça-feira à tarde e outra na sexta-feira.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

XÔ, PESSIMISMO!!! E FELIZ DIA DO TRABALHO!!!


Com 14 milhões de desempregados no país, lamentavelmente, não há clima para comemorar o Dia do Trabalho.

No entanto, apesar da crise, felizmente, ainda temos muita gente empregada.

Portanto, vamos torcer para que o país volte a crescer para que os empregados continuem com seus empregos e os desempregados sejam recolocados no mercado de trabalho.

Todavia, eu sei que muitas pessoas estão preocupadas com a Reforma Trabalhista, mas é importante frisar que os principais direitos dos empregados (Férias, FGTS, 13º Salário, Aviso Prévio e outros) continuam mantidos. E a CLT não foi rasgada!

O que vai mudar é que as relações entre empregador e empregados serão flexibilizadas, como já acontece em outros países há muito tempo.

Fato é que o Brasil precisa avançar e para isso o país terá que modernizar suas relações trabalhistas, pois os tempos mudaram.

Aos opositores da reforma, aviso que não estou defendendo o governo, não. Mas basta um olhar atento para o avanço da tecnologia para constatarmos a transformação que a sociedade vem presenciando nos últimos tempos.

Por conta do avanço tecnológico, muitas profissões já foram extintas. E outras novas estão sendo criadas. E por que as relações trabalhistas não podem ser contemporizadas? Penso que temos que nos adaptar aos novos tempos, caso contrário, o atraso continuará sendo a marca desse país.

E apesar das adversidades do momento, vale destacar que o Dia do Trabalho continua existindo no calendário.

Sendo assim, parabenizo a todos os trabalhadores (formais e informais) pelo Dia do Trabalho!!!

E se Deus quiser dias melhores virão!!!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

CÂMARA APROVA REFORMA TRABALHISTA: SAIBA COMO VOTARAM OS DEPUTADOS DE SÃO GONÇALO


Com o placar de 296 votos favoráveis a 177 contrários, o plenário da Câmara aprovou, nessa quarta-feira (26/04), o polêmico texto base da Reforma Trabalhista, que prevê uma série de mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Confira como votaram os deputados de São Gonçalo (a lista de votação dos demais deputados fluminenses está no fim do texto):

Altineu Côrtes (PMDB) - Sim
Dejorge Patrício (PRB) - Não
Roberto Sales (PRB) - Ausente

Veja as principais mudanças operadas com a reforma:

Prevalência do negociado sobre o legislado

Fortalece acordos individuais em detrimento da lei e de acordos e convenções coletivas. Poderão ser objeto de acordo individual: parcelamento de férias, banco de horas, jornada de trabalho, jornada em escala (12×36). Alguns pontos, porém, não poderão ser negociados, como FGTS, 13º salário e seguro-desemprego.

Jornada de trabalho

Flexibiliza a jornada para permitir que o empregado trabalhe 12 horas ininterruptas, sem intervalos, por 36 horas de descanso (jornada de 12 x 36), mediante mero acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo, e sem intervalos.

Férias

Permite o parcelamento das férias, conforme acordo, em até três vezes, desde que um dos períodos tenha pelo menos 14 dias.

Hora de percurso

Extingue o pagamento da chamada “hora de percurso” (horas in itinere) – o tempo gasto pelo empregado para chegar ao emprego, no caso de local de difícil acesso, ou não servido por transporte público, em condução fornecida pelo empregador – não será mais computado na jornada de trabalho.

Danos morais e patrimoniais

Restringe as hipóteses e estabelece limites para as indenizações por danos morais e patrimoniais.

Imposto sindical

Torna facultativas as contribuições de custeio ou financiamento sindical, exigindo prévia autorização individual para a sua cobrança e desconto.

Justiça trabalhista

Afasta dos tribunais regionais do Trabalho e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) a possibilidade de anular acordos e convenções coletivas contrárias à lei. Nega ao trabalhador a gratuidade processual plena quando faltar à primeira audiência e quando as perícias tiverem resultado negativo, retirando dos juízes a possibilidade de exame caso a caso. Prevê punições para as pessoas que agem com má-fé em processos judiciais na área trabalhista, seja ela o reclamante, o reclamado ou interveniente.

Rescisão por acordo

Permite a extinção do contrato de trabalho “por acordo”, reduzindo o valor do aviso prévio indenizado e a multa de 40% sobre o saldo do FGTS pela metade. Nesse caso, o trabalhador poderá sacar 80% do saldo do FGTS. Mas não terá direito ao seguro-desemprego. A rescisão passará a ser feita na própria empresa, na presença dos advogados do patrão e do trabalhador, e não mais em sindicatos como prevê a legislação hoje.

Trabalho intermitente

Cria a figura do contrato de trabalho não contínuo. O trabalhador poderá atuar apenas alguns dias da semana, ou algumas horas por dia, conforme negociação com o empregador. No período de inatividade, o trabalhador poderá prestar serviços a outros contratantes. O valor da hora de trabalho não poderá ser inferior ao valor horário do salário mínimo nem ao dos demais empregados da empresa.

Teletrabalho (home office)

É caracterizado como prestação de serviços preponderantemente fora das dependências do empregador (não necessariamente em casa), por meio da utilização das tecnologias da informação e comunicação. O contrato individual de trabalho precisa especificar quais são as atividades realizadas pelo funcionário.

Terceirização

Cria quarentena, de pelo menos 18 meses, pela qual o empregador não poderá demitir o trabalhador efetivo e recontratá-lo como terceirizado.

Mulheres

Grávidas ou lactantes (mulheres que estão amamentando) poderão trabalhar em ambientes considerados insalubres, por meio da apresentação de atestado médico, garantindo que não há risco à mãe nem ao bebê.

Sucessão empresarial

Quando uma empresa comprar a outra terá de arcar com as obrigações trabalhistas.

Confira a votação de todos os deputados federais do Estado do Rio:

Alessandro Molon (REDE) - Não
Alexandre Serfiotis (PMDB) - Sim
Altineu Côrtes (PMDB) - Sim
Arolde de Oliveira (PSC) - Sim
Aureo ( Solidariede) - Não
Benedita da Silva (PT) - Não
Cabo Daciolo (PTdoB) - Não
Celso Jacob (PMDB) - Sim
Celso Pansera (PMDB) - Não
Chico Alencar (PSOL) - Não
Chico D´Angelo (PT) - Não
Cristiane Brasil (PTB) - Sim
Dejorge Patrício (PRB) - Não
Deley (PTB) - Não
Felipe Bornier ( PROS) - Não
Francisco Floriano (DEM) - Sim
Glauber Braga ( PSOL) - Não
Jair Bolsonaro ( PSC) - Sim
Jandira Feghali (PCdoB) - Não
Jean Wyllys (PSOL) - Não
Julio Lopes (PP) - Sim
Laura Carneiro ( PMDB) - Sim
Luiz Carlos Ramos (PTN) - Não
Luiz Sérgio (PT) - Não
Marcelo Delaroli (PR) - Sim
Marcelo Matos (PHS) - Sim
Marcos Soares  (DEM) - Sim
Miro Teixeira (REDE) - Não
Otavio Leite (PSDB) - Sim
Paulo Feijó (PR ) - Sim
Pedro Paulo (PMDB) - Sim
Rodrigo Maia (DEM) - Art. 17
Rosangela Gomes (PRB) - Sim
Sergio Zveiter (PMDB) - Sim
Simão Sessim (PP) - Sim
Soraya Santos (PMDB) - Sim
Sóstenes Cavalcante (DEM) - Sim
Wadih Damous (PT) - Não
Walney Rocha ( PEN) - Não
Wilson Beserra (PMDB) - Sim
Zé Augusto Nalin (PMDB) - Não
Total Rio de Janeiro: 41